What the bleep do we know?

 

É o seguinte:

Este documentário (deu prá notar que eu realmente gosto MUITO de documentários não?) vai ser lançado em outubro aqui no Brasil pela Playarte.

Eu vi o trailer e alguns amigos que assistiram nos Estados Unidos estão assombrados.

Física Quântica, poder do pensamento direcionado, energia, perguntas que não tem respostas. Uma verdadeira metralhadora giratória de questionamentos cada vez mais atuais. Quem somos, de onde viemos, para onde vamos depois da morte, e otras cositas màs...

Visite o site:

http://www.whatthebleep.com  e tire suas próprias conclusões.

Leia a sinopse:

WHAT THE BLEEP DO WE KNOW?! is a new type of film. It is part documentary, part story, and part elaborate and inspiring visual effects and animations. The protagonist, Amanda, played by Marlee Matlin, finds herself in a fantastic Alice in Wonderland experience when her daily, uninspired life literally begins to unravel, revealing the uncertain world of the quantum field hidden behind what we consider to be our normal, waking reality.

She is literally plunged into a swirl of chaotic occurrences, while the characters she encounters on this odyssey reveal the deeper, hidden knowledge she doesn’t even realize she has asked for. Like every hero, Amanda is thrown into crisis, questioning the fundamental premises of her life – that the reality she has believed in about how men are, how relationships with others should be, and how her emotions are affecting her work isn’t reality at all!

As Amanda learns to relax into the experience, she conquers her fears, gains wisdom, and wins the keys to the great secrets of the ages, all in the most entertaining way. She is then no longer the victim of circumstances, but she is on the way to being the creative force in her life. Her life will never be the same.

The fourteen top scientists and mystics interviewed in documentary style serve as a modern day Greek Chorus. In an artful filmic dance, their ideas are woven together as a tapestry of truth. The thoughts and words of one member of the chorus blend into those of the next, adding further emphasis to the film’s underlying concept of the interconnectedness of all things.

The chorus members act as hosts who live outside of the story, and from this Olympian view, comment on the actions of the characters below. They are also there to introduce the Great Questions framed by both science and religion, which divides the film into a series of acts. Through the course of the film, the distinction between science and religion becomes increasingly blurred, since we realize that, in essence, both science and religion describe the same phenomena.

The film employs animation to realize the radical knowledge that modern science has unearthed in recent years. Powerful cinematic sequences explore the inner-workings of the human brain. Quirky animation introduces us to the smallest form of consciousness in the body – the cell. Dazzling visuals reinforce the film’s message in an exciting, powerful way. Done with humor, precision, and irreverence, these scenes are only part of what makes this film unique in the history of cinema, and a true box-office winner.



Escrito por Cadu Lemos às 16h23
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Roubei do blog do Marcos

Mais uma ação (ou contravenção?) gerada pela minha inquietação e correria. Explico: Inquietação com relação a tudo o que tenho lido, visto e ouvido e que me assusta (Brasília) e me encanta (blog dos amigos). Então, pela correria que a vida nos impõe, tenho escrito menos e copiado mais...

Acredito de verdade, que um dos papéis mais importantes de um blog, além de exprimir opiniões de seu autor, é compartilhar conhecimento, informação e claro...opiniões.

Segue abaixo um texto que vi no blog do Marcos Souza Aranha e que deveria fazer parte da educação familiar de todos nós e do currículo de muitos executivos deste mundo corporativo que vai perdendo a elegância a cada dia (com nobres, raras e honrosas exceções):

Elegância do comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada
vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange Bem
mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância
que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se
manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem
fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe Da
fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se
dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em
humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem
presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao
receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está
falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante, você fazer algo por alguém , e este alguém jamais saber o Que
você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
"É elegante o silêncio, diante de uma rejeição..."
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do Gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a Estar
nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza,.atitudes gentis falam mais que mil imagens...
...Abrir a porta para alguém...é muito elegante (Será q ainda existem homens assim?)...
...Dar o lugar para alguém sentar...é muito elegante...
...Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
...Oferecer ajuda...é muito elegante...
...Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante...
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar
imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de
status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que
"com amigo não tem que ter estas frescuras" .
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão
desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.


 



Escrito por Cadu Lemos às 09h41
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Trailer

Para ver o trailer de "A Corporação" clique no link e aperte os cintos:

http://us.rd.yahoo.com/movies/trailers/1808565671/1808575853/?http://movies.yahoo.com/shop?d=hv&cf=mf_frame&id=1808565671&mspid=1808575853&mfurl=http%3A%2F%2Fmediaframe.yahoo.com%2Flaunch%3Flid%3Dwmv-56-p.1272693-129084%2Cwmv-100-p.1272694-129084%2Cwmv-300-p.1272695-129084%26p%3Dmovies%26f%3D1808565671%26.spid%3D1808575853%26.dist%3DZeitgeist%26type%3Dt",737,503)



Escrito por Cadu Lemos às 19h35
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De volta

Fiquei uns dias fora do ar e devendo informações sobre o magnífico documentário "A Corporação".

Como estou na correria, antes de colocar o meu comentário sobre o impacto que o filme me causou, deixo algumas imagens e a sinopse.

Volto em breve com a minha visão, mas se vc já assistiu manifeste-se!

Por Richard James Havis

NOVA YORK (Hollywood Reporter) - Os ataques às práticas éticas e sociais das grandes empresas que compõem o documentário "A Corporação" não serão novidade para a maioria dos liberais bem informados.

Mas a pesquisa bem feita, a apresentação clara e a correlação precisa com os escândalos recentes envolvendo grandes empresas norte-americanas devem incentivar os espectadores bem menos informados a refletir mais profundamente sobre o papel das grandes firmas no mundo.

Se tivesse sido exibido alguns anos atrás, "A Corporação" provavelmente tivesse passado desapercebido. Mas o destaque ganho por "Fahrenheit 11 de Setembro" e os escândalos envolvendo empresas norte-americanas devem despertar o interesse do público. O fato de Michael Moore aparecer no filme, como entrevistado, é uma atração adicional.

A produção canadense é dirigida por Mark Achbar ("Manufacturing Consent: Noam Chomsky and the Media") e Jennifer Abbot a partir de um livro de Joel Bakan.

O documentário começa com um breve histórico legal das grandes empresas. De acordo com a lei, as firmas têm os mesmos direitos que os indivíduos: podem processar, ser processadas, etc.

Mas o foco do filme está em mostrar que existe uma grande diferença entre o indivíduos e a corporação. Espera-se dos indivíduos que demonstrem responsabilidade ética e social. Já a corporação tem, por lei, apenas uma responsabilidade: garantir a seus acionistas o maior lucro possível.

O longa-metragem afirma que esta é uma abordagem unidimensional que conduz à exploração da força do trabalho, à devastação do meio ambiente, a fraudes contábeis e várias outras coisas do gênero.

WTC E O OURO

Para comprovar seu argumento, os cineastas entrevistam cerca de 40 pessoas, incluindo Noam Chomsky, Milton Friedman, Mark Moody-Smith (ex-presidente da Royal Dutch Shell) e os jornalistas Jane Akre e Steve Wilson, ex-funcionários da Fox News.

Os temas variam desde fábricas de fundo de quintal no Terceiro Mundo até a destruição do meio ambiente, passando pela patenteação do DNA.

Uma parte perturbadora do filme mostra um negociador de commodities, Carlton Brown, dizendo que, ao assistir ao ataque terrorista contra o World Trade Center, os dealers de ouro acharam que a tragédia teria um aspecto positivo, na medida em que faria o preço do ouro subir.

Os cineastas deram a executivos-chefes como Mooy-Smith a oportunidade de apresentar argumentos em favor da responsabilidade empresarial.

O que Moody-Smith quer mostrar é que existem alguns líderes bons nas grandes empresas, capazes de conduzi-las num rumo positivo.

Os diretores respondem que esses poucos bons líderes não serão capazes de impor uma responsabilidade ética a uma máquina construída com o objetivo único de auferir lucros.

Um raio de esperança é lançado por Ray Anderson, executivo-chefe da Interface, a maior fabricantes mundial de tapetes. Anderson se conscientizou da questão ambiental e reestruturou um terço de sua empresa, que vale 1,4 bilhão de dólares, com base em princípios ecologicamente sustentáveis.

"A Corporação" não é um trabalho de ativismo global que defenda a derrubada do capitalismo. Uma seção final do filme analisa como o poder das grandes empresas pode ser reduzido por meios legais e sociais.

Alguns trechos do filme, como um em que Michael Moore, antes do lançamento de "Fahrenheit", comenta por que a Disney lança filmes de um inimigo declarado das grandes empresas, como ele, estão datados, e o filme fala muito pouco da Worldcom ou da Enron.

Mesmo assim, será muito bem-vindo pela parte do público cujas preferências políticas se situam à esquerda do centro.

Uma crítica precisa do filmes:

Rodrigo Zavala

Produzido no Canadá e baseado em um livro homônimo de Joel Bakan, o documentário A Corporação chega aos cinemas com a tarefa de se igualar em impacto às produções dos diretores Michael Moore (Farenheit 11/9, Tiros em Columbine) e do histérico Morgan Spurlock (Super Size Me – A Dieta do Palhaço). Com críticas virulentas ao sistema capitalista, à globalização e, em especial, às grandes corporações americanas, o filme traz ao espectador uma mensagem alarmante da falta de escrúpulos e qualquer moral das empresas que dominam o mercado e os meios de comunicação.

Diz a regra, que o crítico deve se ater à qualidade técnica das produções que analisa, em maior grau do que suas impressões sobre a temática do filme. No entanto, o documentário A Corporação é um caso atípico. Afinal, a produção não tem um tratamento ou brilho excepcionais, tornando-o quase um programa televisivo.

Porém, a agilidade com que concatena as denúncias sobre a amoralidade do capital, unindo aqui inimigos da globalização, como Noam Chomsky, Naomi Klein, Milton Friedman e Michael Moore, torna o filme uma das grandes estréias do ano. A narrativa veloz e incisiva faz o espectador se deleitar e questionar sua própria conduta durante as duas horas de projeção, que podem passar despercebidas para os espíritos mais inquietos.

Cabe falar do excelente trabalho de Joel Bakan, com sua contribuição para o produção do roteiro, e da dupla de diretores Jennifer Abbott e Mark Achbar, que conseguiram dar dinamismo a um tema complexo, que facilmente poderia cair em uma rede de clichês esquerdistas. Uma felicidade para o espectador, que busca algo novo e interessante.

Para isso, o documentário tem uma linha argumental bem definida: revela os artifícios legais americanos que tornam uma corporação uma “pessoa“, com direitos e obrigações definidas pela legislação. Seguindo por esse viés, o filme questiona o comportamento, conduta e desejos dessa empresa, vista pela ótica legal. Amorais, única e exclusivamente motivadas pela busca de benefícios aos associados, as corporações aparecem como grandes vilãs do mundo contemporâneo.

Um caso curioso é um teste psiquiátrico proposto pela Organização Mundial de Saúde. Como judicialmente são vistas como pessoas de direitos, Joel Bakan demonstra que elas se enquadrariam em um perfil de psicopatia crônica. Isto é, elas são uma ameaça para a população, tal como é comprovado pelo FBI durante as duas horas de diversão esclarecedora.

 



Escrito por Cadu Lemos às 19h13
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