URGENTE!
Todos acompanhamos o drama que João Paulo vive. A luz se apagará muito brevemente. Apesar de ter algumas divergências fundamentais com sua visão (ou será com a instituição?), ele deixa uma marca forte. Que seu caminho continue iluminado.
Neste meio tempo, notícias do front acima de nós:
O Federal Reserve americano anuncia :
DÓLAR VAI MUDAR DE COR!

O dólar, por questões de fraude, mudará de cor. Passa a ser azul. Os portadores de cédulas verdes devem troca-las até dia 30. Recomenda-se aos que possuem "divisas" fora das fronteiras, que o façam o mais rápido possível.
Escrito por Cadu Lemos às 22h49
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Don't Panic.
Esta é a mensagem do livro mais interessante de "realidade" e ficção científica que eu li nos últimos tempos. Acabei de ler e já tem uma fila me pedindo emprestado. Já está na mão de um amigo do mundo high tech que não comentou se gostou. Yet.
O Guia do Mochileiro das Galáxias do Douglas Adams, mestre da sátira, físico, professor e autor, repleto de personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais.
O livro é engraçadíssimo e muito bem sacado. Tem uma sequência chamada O Restaurante no Fim do Universo. Os dois já estão por aí nas livrarias.
O filme sai lá fora dia 29 de Abril, daqui a menos de um mês.
Divirta-se com o trailer, mas não esqueça que ler o livro primeiro é fundamental...
http://hitchhikers.movies.go.com/index.html
Escrito por Cadu Lemos às 22h40
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Não deixem de visitar o link abaixo! Ele fala sobre o futuro (do ponto de vista de quem vive nele, mais precisamente em 2014) da imprensa. Vale a pena. Tenha banda larga e um bom som, encoste na cadeira e tome na testa o impacto da tecnologia. O futuro já está acontecendo...mas...
Comente! Esta visão mexe com muita coisa ligada ao nosso dia a dia.
http://www.broom.org/epic/
Escrito por Cadu Lemos às 20h05
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Lançando um debate
Meus amigos,
Na minha constante inquietação com relação aos rumos do mundo corporativo, segue um trecho de um artigo recentemente publicado por uma figura bastante conhecida (alguns adoram, outros...). Vou publicar apenas um pedaço do artigo, para provocar, atiçar mesmo, um debate sobre a questão. Depois, (depende do volume de comentários hein?) revelo a fonte.
O que vcs pensam sobre isto:
O "Financial Times", de Londres, noticiou que a Young & Rubicam, uma das maiores agências de publicidade do mundo, divulgou a lista das dez grifes mais reconhecidas por 45.444 jovens e adultos de 19 países. São elas: Coca-Cola (35 milhões de unidades vendidas a cada hora), Disney, Nike, BMW, Porsche, Mercedes-Benz, Adidas, Rolls-Royce, Calvin Klein e Rolex.
"As marcas constituem a nova religião. As pessoas se voltam a elas em busca de sentido", declarou um diretor da Young & Rubicam. Disse ainda que essas grifes "possuem paixão e dinamismo necessários para transformar o mundo e converter as pessoas em sua maneira de pensar".
A Fitch, consultoria londrina de design, no ano passado realçou o caráter "divino" dessas marcas famosas, assinalando que, aos domingos, as pessoas preferem o shopping à missa ou ao culto. Em favor de sua tese, a empresa evocou dois exemplos: desde 1991, cerca de 12 mil pessoas celebraram núpcias nos parques da DisneyWorld, e estão virando moda os féretros marca Halley, nos quais são enterrados os motoqueiros fissurados em produtos Halley-Davidson. A tese não carece de lógica. Marx já havia denunciado o fetiche da mercadoria. Ainda engatinhando, a Revolução Industrial descobriu que as pessoas não querem apenas o necessário. Se dispõem de poder aquisitivo, adoram ostentar o supérfluo. A publicidade veio ajudar o supérfluo a impor-se como necessário. A mercadoria, intermediária na relação entre seres humanos (pessoa-mercadoria-pessoa), passou a ocupar os pólos (mercadoria-pessoa-mercadoria). Se chego à casa de um amigo de ônibus, meu valor é inferior ao de quem chega de BMW. Isso vale para a camisa que visto ou o relógio que trago no pulso. Não sou eu, pessoa humana, que faço uso do objeto. É o produto, revestido de fetiche, que me imprime valor, aumentando a minha cotação no mercado das relações sociais. O que faria um Descartes neoliberal proclamar: "Consumo, logo existo".
Escrito por Cadu Lemos às 20h01
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Entrevista e Ponto de Vista
Ou como já disse Leonardo Boff: "Ponto de Vista é a vista à partir de um ponto".
Segue uma entrevista que reflete alguns dos meus pontos e que foi publicada recentemente.
Penso que já discordo dela. Depois vamos ver porque.
Tudo começou quando eu percebi as tremendas analogias e paralelos entre a vida numa tribo e a vida numa empresa. Toda a empresa tem o chefe, o cacique. Toda a empresa tem o guerreiro, tem o pajé ou o xamã (geralmente aquele cara conciliador e que é respeitado por toda a tribo). No caso da empresa, este cara pode ser respeitado mesmo sem ter poder...
A CORPORAÇÃO TRIBAL
Entrevista com Cadu Lemos
Cadu Lemos é fundador da Cadu Lemos Coaching. Utiliza técnicas de endomarketing, aprendizagem acelerada, jogos, integração de equipes e histórias. Sua abordagem inovadora e pouco usual tem sido adotada por empresas como Yahoo!, ABN Amro, Folha de S.Paulo e Microsoft, entre outras.
- Hoje, a comunicação está distorcida (descontrolada) ou está colaborando com o mundo?
Eu acho que a comunicação há muito tempo já perdeu o controle. Se você analisar hoje, toda a comunicação mundial pode levar a conclusões ou mudança de moedas em países, de questões políticas, sociais, econômicas com uma simples notícia.
É curioso, porque você começa a olhar os grupos que controlam a comunicação no mundo e percebe que são poucos. Então, a comunicação está cada vez mais centralizada e isso é preocupante. Precisamos buscar de fato, uma pulverização da comunicação institucional de uma forma que ela atue muito mais localmente do que globalmente. A globalização tinha que ser o pensar global e o agir local. Isso que nós precisamos praticar com a comunicação (e dentro das empresas mais do que nunca). O que nós vemos é que a comunicação não acontece, ela não flui. As pessoas não se falam, elas entendem as coisas de outra forma. É preciso resgatar a força, a importância da conexão através da comunicação. Isso é fundamental.
- Você mencionou que as pessoas não sabem mais o que é normal. A TV e a Internet, influíram? O que você acha desse caos que está acontecendo?
Nós temos duas maneiras de ver as coisas, de uma forma muito positiva ou muito negativa. Muito negativa, se nós não fizermos nada para agir com relação a isso e se acomodar e se conformar com o que está aí. O positivo é que nós temos uma grande oportunidade. Temos a tecnologia, a inteligência e a vontade. Pelo menos a intenção existe em alguns grupos organizados de se resgatar valores, ética, família, comunicação, relações mais positivas, e o que vemos é que isso está muito aberto. Você tem, por exemplo, (não vou mencionar a empresa) um outdoor nas ruas de São Paulo com três mulheres juntas, uma cena extremamente erótica. Eu tenho uma filha de seis anos, o que eu vou dizer a ela, o que é aquilo, como vou explicar? Então, nós temos que resgatar alguns valores e, longe da minha pessoa ser radical nesse processo, eu acho que a comunicação tem que ser sempre aberta, mas ela precisa respeitar alguns limites, e é isso que nós não vemos acontecendo.
- Você apóia a tribalização. Qual é a sua opinião em relação a retribalização no
mundo ?
Eu acho bacana o movimento que nós percebemos que está acontecendo. As pessoas estão buscando, primeiro seu auto conhecimento, seu auto desenvolvimento. Estão recorrendo a essas histórias e a essas “cerimônias”, quase que rituais grupais, através de reuniões em torno da fogueira. Existem grupos no mundo inteiro que se reúnem em volta de fogueiras para trocar idéias, conversar, pensar. Os cafés filosóficos aqui em São Paulo (que são três ou quatro) são utilizados para debater questões importantes da humanidade, eu acho que é isso que precisa ser sustentado, apoiado e pode fazer a diferença em algum momento.
Escrito por Cadu Lemos às 13h19
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Sobre Cluetrain Manifesto
"WOW. I`m still trying to recover from the shock to realize how many people and organizations are already watching the truth happen.Too bad blindness still rules. Not for long." Cadu Lemos, learning person.
Este livro impactou muito minha forma de ver o mundo corporativo. Ele já está datado, é de 98 ou 99. Ainda assim, vale a pena ler o manifesto completo em: http://www.cluetrain.com/portuguese/
Abaixo, uma introdução:
Estes mercados são conversações. Seus membros se comunicam em uma linguagem que é natural, aberta, honesta, direta, engraçada e muitas vezes chocante. Quer seja explicando ou reclamando, brincando ou séria, a voz humana é genuína. Ela não pode ser falsificada.
A maioria das empresas, por outro lado, apenas sabem como falar na linguagem calma, sem-humor e monótona da missão corporativa, prospectos de marketing, e o sinal de ocupado sua-ligação-é-importante-para-nós. O mesmo antigo tom, as mesmas antigas mentiras. Não é de se espantar que mercados conectados não tem respeito por empresas que não querem falar como eles.
Mas aprender a falar em uma voz humana não é nenhum truque, e as corporações não irão nos convencer que são humanas com coisas do tipo "ouvindo os clientes." Elas irão parecer humanas apenas quando empregar seres humanos reais para falar por elas.
Enquanto muitas destas pessoas já trabalham para empresas hoje, a maioria das empresas ignoram suas habilidades de entregar conhecimento genuíno, ao invés disto optando por empurrar conversas que insultam a inteligência de mercados literalmente muito inteligentes para comprar isto.
De qualquer modo, funcionários estão hyperlinkando-se assim como os mercados. Empresas precisam ouvir cuidadosamente a ambos. Principalmente, elas precisam cair fora do caminho, assim funcionários intraconectados podem conversar diretamente com mercados interconectados.
Firewalls corporativos mantiveram funcionários inteligentes dentro e mercados inteligentes fora. Isto está causando um problema real para derrubar estas paredes. Mas o resultado será um novo tipo de conversação. E esta será a mais excitante conversação que as empresas jamais conheceram
Escrito por Cadu Lemos às 02h01
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Dúvida premente.
Nome do meu livro: A Corporação Tribal, Memórias de um Surfista Acidental ou Decifrando o Aborígene Digital?
A idéia é comum aos três títulos. Um misto de experiências pessoais, aprendizados profissionais e descobertas espirituais.
Segue o texto de apresentação do autor:
Cadu Lemos se define como um inquieto provocador do ambiente corporativo. Através de práticas de coaching e construção de espírito de equipe, tem o objetivo de reinventar valor por intermédio das pessoas utilizando recursos que vão da mais alta tecnologia até os mais tradicionais rituais tribais. Entende ser urgente a tomada de consciência por parte das empresas de que seu maior patrimônio não são os clientes, mas sim as pessoas que, de forma legítima e autêntica, vivenciam valores éticos e humanos em sua plenitude e, aí sim, refletem esta experiência para os clientes, fornecedores e acionistas, fechando o ciclo. Desta maneira, ajuda empresas de todos os setores e suas equipes a desempenharem um trabalho de alta performance, comprometimento e contribuição para a transformação do ambiente corporativo, envolvendo em primeiro lugar a eles mesmos, o cliente, os fornecedores e a comunidade onde atua a empresa. Melhores seres humanos, melhores profissionais.
Tem chão ainda pela frente. Imagino estar com todo o material pronto até setembro. Vamos ver.
Escrito por Cadu Lemos às 01h49
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O que ler. Agora.
Why Business People Speak Like Idiots : A Bullfighter's Guide by Brian Fugere
Escrito por Cadu Lemos às 00h20
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Finalmente.
Pois é. Finalmente aconteceu. Tomei coragem. Fiz ouvidos moucos aos críticos deste novo jeito de se expressar e compartilhar sentimentos e pensamentos.
Está aqui. Manifesto Corporativo. Ou ainda, como colocar em perspectiva situações e percepções que seguramente, não seriam colocadas quando necessário (Na frente do cliente por exemplo...).
Este blog é dedicado ao questionamento e esquadrinhamento das mazelas do mundo corporativo. A idéia é provocar reflexão sobre seus efeitos e suas nuances (leia-se impactos nada sutis) sobre nossas vidas. Vivemos 70% da nossa vida adulta no trabalho. E aí? Foi bom prá você?
Rumos, tendências, broncas, frustrações, reflexões. É este o propósito deste espaço.
Showtime.
Escrito por Cadu Lemos às 00h10
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