E por falar em consumo consciente...

Acabo de ler o brilhante texto (como sempre) do meu amigo Jayme Serva do Dito Assim (vide links). Trata da concorrência que comenta-se no mercado livreiro. Já que falamos de simplicidade, segue a sensibilidade do bom e velho Jayme. Leia e manifeste-se!

Empresas café-com-leite: é isso o que, de tempos em tempos, parece que setores do empresariado tentam implementar no Brasil. Já se viu isso na suderurgia, nos computadores, nas agências de propaganda. Agora, quem quer pôr a mão no pique são os livreiros. Uma certa ANL -- Associação Nacional das Livrarias -- quer fazer passar um projeto-de-lei que regulamente os preços dos livros no varejo. Na prática, os livros teriam um preço fixo, a ser praticado por todas as livrarias, sem direito a dar descontos -- ou com um padrão de descontos pré-determinado -- durante os dois primeiros anos a contar do lançamento da publicação.

É engraçado ver como o capitalismo tem um discurso pendular por aqui. Qualquer ação do Estado que pareça atrapalhar seus negócios -- das cotas para filmes nacionais nos cinemas à concessão de horários gratuitos na TV -- merece indignação, manifestos, defesas apaixonadas da livre-concorrência e do Estado mínimo. Basta, porém, que a livre-concorrência ameace suas lojinhas para que logo clamem pela proteção do Estado-máximo-possível e rezem a ladainha do oprimido pelo capital -- como se suas empresas fossem ONGs e as grandes redes fossem fábricas de motosserra.

Dói no coração ver fechar a livraria do bairro, enquanto a Barnes & Noble ou, no nosso caso, a FNAC passeiam em céu de brigadeiro. Agora, por que as gigantes prosperam e as pequenas fecham? Porque atendem melhor ao consumidor no quesito preço e variedade. Já se viu a mesma coisa acontecer com os armazéns, empórios e vendas de bairro. Foram superados pelas redes de auto-serviço. Fico imaginando se, lá pelos anos 60, o congresso fizesse passar um projeto-de-lei fixando o preço do arroz, da vassoura de piaçava, do xampu ou do pão de fôrma para preservar os pequenos estabelecimentos da sanha predatória do Pão de Açúcar.

Não há dúvuda de que a prática de dumping deve ser coibida, bem como a excessiva concentração da atividade econômica em poucos agentes. Já há leis e instituições para isso. Há, por outro lado, uma evolução inexorável do mercado, que força quem empreende a se refazer dia a dia -- é este o preço que se paga para obter lucro no capitalismo que hoje se desenha à nossa volta. Fazer leis para blindar um determinado setor dos efeitos de sua própria evolução é proteger a ineficiência e, mais grave, é cobrar do consumidor um sobrepreço que ele não merece pagar.

Estarão, então, as livrarias de bairro entre a cruz e a caldeirinha? Só restará às que não são gigantes deixar um bilhete sobre a mesa e abrir o gás? A experiência tem mostrado que não necessariamente. Quem agrega valor ao que vende pode subir o preço de capa. É o caso da Livraria da Vila que, a 200 metros da FNAC vai bem, obrigado, mantendo seu horário normal de funcionamento (fecha mais cedo que a gigante e não abre aos domingos com faz a outra) e não entra na guerra de preços de lançamentos.

O segredo? Começa pela Cida, que gerencia a loja e sabe receber o cliente, fazê-lo sentir-se em casa e responder suas questões. Segue pela arquitetura, pela seleção dos funcionários, pela escala de eventos, pelo pequenno auditório, pelo micro-bar. É um lugar que presta serviços em troca dos parcos reais que eventualmente cobra a mais pelos livros. Por isso, é competitivo sem ser mais barato.

Fixar preços via tabelamento por lei é, além de oficializar a prática de cartel, estabelecer um pacto de mediocridade. Todo mundo passa a se equivaler comercialmente, às custas do bolso do consumidor. Isso até o momento em que ele, então escolha lugares com serviço agregado, como a Livraria da Vila. Aí então, possivelmente a ANL proporá uma nova lei proibindo tratar bem o cliente e determinando que todas as livrarias do país tenham a mesma arquitetura, os mesmos títulos, expostos da mesma forma e que, em cada loja, os vendedores sejam obrigados a dar a mesma resposta a qualquer pergunta: "Sei lá, se vira aí e passa no caixa depois."

Afinal, que história é essa de de ser criativo e prestativo para conquistar o cliente? Concorrência desleal, ora essa!



Escrito por Cadu Lemos às 00h00
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Consumo Consciente e Simplicidade

Este texto publicado no blog da minha amiga Cida http://med.blog.uol.com.br/ , retrata um evento em que participamos juntos, à convite da Rosa Alegria www.perspektiva.com.br , com a Vicki Robin, famosa defensora do consumo responsável. Vou tecer comentários sobre o que vi neste dia brevemente.

Enough is more. O suficiente é mais.

Até breve.

Fazer mais com menos? Quem somos? O que queremos? Por que fazemos o que fazemos?

Simplicidade. Quando estamos muito atarefados, cansados, nós buscamos lugares calmos para relaxar. É lá que encontramos pessoas que vivem e experimentam a simplicidade todo o tempo - e não somente no corte que nos dispusemos a observá-los. Elas estão lá, vivendo de uma maneira simples e é com elas que aprendemos ou relembramos a simplicidade. Estes lugares existem aos milhares no planeta, mas a dinâmica da vida nos grandes centros urbanos promove uma comunicação tal que alimentamos a ilusão de que todo o restante do planeta vive desta maneira frenética, regulada pelo relógio, sem tempo para estudar e refletir sobre as coisas.

Aliás, a ilusão nos persegue quando o assunto é violência, entre outros. A suposta falta de tempo achata a vida e, como vamos ficando sem respostas adequadas às nossas questões, vamos encontrando explicações ‘estepes’ para alimentar nossas crenças interiores. O resultado? Complicação, sufocamento, paralisia. Quando percebemos que algo precisa ser feito é porque chegamos ao limite: uma demissão repentina, uma brusca mudança da vida, que nos faz pensar e agir.

Há duas semanas Vicki Robin, autora de Your Money or Your Life, http://www.simpleliving.net/ymoyl/default.asp, esteve em São Paulo e, entre várias atividades, reuniu alguns interessados no tema para um diálogo sobre estas questões. Simplicidade não tem a ver com pobreza ou privação de bens. Tem a ver com a reflexão que visa descobrir o que é necessário, com base em análises  de nosso estilo de vida e valores, descartando o restante.

Vicki acredita que "mudando a relação que estabeleço com o dinheiro, muda minha relação com a vida". E ela afirma que o consumismo é como um câncer, associado à idéia de que "como não tenho consciência de quem eu sou, adquiro bens para cobrir esta lacuna" e pergunta: este produto reflete meus valores? Se sim, compre-o. ““.

O movimento da simplicidade não é contra a complexidade - inerente ao complexo movimento das manifestações vitais do universo - mas sim contra a complicação. Podemos despender tempo oferecendo mais sorrisos, mais música e canto, mais alegria e troca conosco, com o ambiente que nos cerca - seja a natureza ou o ambiente social.  O site www.simpleliving.net traz uma série de reflexões sobre o tema.

Simplicity is about discovering what is "enough" in your life -- based upon thoughtful analysis of your lifestyle and values -- and discarding the rest. This is what Vicki Robin is talking in her new bood Your Money or Your life http://www.simpleliving.net/ymoyl/default.asp .

 



Escrito por Cadu Lemos às 20h09
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O momento é muito, muito grave.

Não posso deixar de reproduzir um texto de ontem, do site Primeira Leitura, que alerta para o que pode acontecer (ou pior, o que pode não acontecer). Ele lança luz sobre questões institucionais e que impactam seguramente o mundo pessoal e profissional de todos nós.

E se não acontecer nada?

Por Liliana Pinheiro

Há uma estranha conjunção de fatores no governo Lula que põe mais em risco a democracia do que qualquer falcatrua que petistas tenham aprontado ou venham a patrocinar: o partido, a começar do presidente Lula, parece não se sentir obrigado a dar respostas para a sociedade sobre as crises em que se mete e para as quais arrasta o país; e essa mesma sociedade se sente pouco compelida a exigir uma mudança de postura.

O presidente afirmou nesta terça que o ministro Antonio Palocci fica no cargo mesmo diante de um mar de suspeição. A Caixa Econômica Federal, um banco estatal, informou aos senadores que precisa de 15 dias para saber quem violou o sigilo bancário do caseiro que denunciou o ministro — e, olhe lá, avisa que talvez não consiga nada, mesmo nesse tempo prolongado, porque precisaria do extrato original da conta de Francenildo. Que história mal contada!

Essas duas exibições de desapreço à verdade e à urgência de uma resposta política definitiva não são tudo. A imprensa não se cansa de revelar detalhes da operação “fica Palocci”. A Reuters apurou que o governo colocou o Coaf (subordinado ao Ministério da Fazenda) para descobrir as origens dos recursos na conta do empregado da casa do lobby — o que é mais uma tentativa de deixar uma testemunha num beco sem saída e temerosa de acabar como ré. O Correio Braziliense revelou que a divulgação dos dados bancários foi feita por um assessor do Ministério da Fazenda. O Globo descobriu que o extrato foi solicitado enquanto Francenildo estava na Polícia Federal. Blogs e sites não param de ligar os pontos sobre o uso da máquina de Estado para atrapalhar as investigações.

Nada é o bastante para que o governo se mova na direção da transparência, ao contrário. Histórias nebulosas se tornam tenebrosas num piscar de olhos, bastando para isso que o Planalto siga apertando, impunemente, os botõezinhos do poder para patrocinar operações-abafa. Desde a histórica entrevista de Roberto Jefferson, que revelou a prática do mensalão no Congresso, em junho do ano passado, seguimos alegremente na direção do abismo em que se perdem os direitos democráticos — pessoais e políticos, pois não nos é dado mais nem seguir investigações parlamentares, com muitas frentes trancadas por determinação judicial.

As leis que protegem os cidadãos existem, assim como os códigos de ética pública e os mecanismos teoricamente externos de controle. Mas o governo, que deveria curvar-se a isso, partiu para a exploração das brechas do universo institucional para se manter a salvo. A oposição acordou atrasada, e a sociedade está calada.

Está tudo armado para que nada aconteça em mais esse grave episódio que abala a República. Caso isso se confirme, independentemente de que ganhe a eleição em outubro, o Brasil sairá muito machucado, o que se poderá conferir no aumento da selvageria de movimentos sociais já hoje com condutas marginais e na sensação generalizada de impunidade, que produz muito mais bandidos — inclusive os engravatados — do que qualquer circunstância econômica.

Corrupção não é o problema maior destes tempos, pois democracias têm de estar aptas a lidar com isso. O problema é que a ordem política, sob a batuta do PT, está se desorganizando de forma célere e contaminando outros Poderes. E a sociedade está inerte. As razões da sonolência são muitas, mas, mais urgente do que enumerá-las, é abrir espaço para que as forças de resistência cumpram seu papel. O jogo nunca foi tão perigoso. 

[liliana@primeiraleitura.com.br]
Publicado em 21 de março de 2006.



Escrito por Cadu Lemos às 09h32
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Pausa para relaxar...

O link abaixo é sensacional. Veja como é fácil criar um discurso igualzinho ao do Lula sem trabalho nenhum. Divirta-se.

http://www.euhein.com.br/mambo/especiais/o_gerador_de_discursos_do_lula.html

 



Escrito por Cadu Lemos às 13h50
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Flertando com o perigo e o tombo de Lula

Flertando com o perigo

A quebra clandestina do sigilo bancário do caseiro Francenildo tornou-se um grande problema para o governo. Nesse brejo, já mais ninguém duvida, tem sapo. É batráquio corajoso. Do tipo que brinca com jacaré. A coluna de Mônica Bergamo (na Folha, para assinantes) lança, em duas notas, os primeiros fachos de luz sobre o pântano:  

 

* Por dentro: A superintendência da CEF (Caixa Econômica Federal) do Piauí está na esfera de influência direta do PT. O governador do Estado, Wellington Dias, já foi funcionário do banco e presidente do Sindicato dos Bancários de Teresina (PI). Foi na CEF do Piauí que o empresário Eurípedes Soares da Silva fez depósitos em dinheiro para o caseiro Francenildo Santos da Costa. O caseiro teve as contas devassadas depois de depor na CPI contra o ministro petista Antônio Palocci Filho.

* Colaboração: A oposição acha que, além de Palocci -a quem a CEF é subordinada - e da Polícia Federal, que recebeu informações de contas bancárias do próprio Francenildo, também os petistas, dado o conhecimento que têm do banco, podem ajudar a esclarecer quem escarafunchou as contas do caseiro. Quebrar sigilo bancário é crime.

Escrito por Josias de Souza às 12h16

Acabo de rece ber via "Turma do Naum", grupo de discussão política que costumo a acompanhar, o material que reproduzo abaixo.

Este blog tem a missão principal de comentar aspectos e variáveis do mundo corporativo, mas estas, sem dúvida ficaram secundárias depois do que li aqui.

É de se ficar preocupado. A quebra do sigilo do "simples caseiro" já deveria ter custado muitas cabeças se este fosse um país minimamente sério. A omissão do ministro da justiça impressiona. Mas é de Lula, que vem o pior. Esquecimento.

Até breve com a sequência de "A Corporação Tribal". Cadu Lemos 13:34

O tombo de Lula 1: uma frase que lembra Ciro em 2002

9h11 - Os articuladores da candidatura Geraldo Alckmin (PSDB) ao Planalto ganharam, de mão beijada, aquela que pode ser uma das gafes destruidoras da campanha de Lula pela reeleição. É uma frase dita pelo próprio Lula, que tem tudo para ser martelada no horário eleitoral e mostrar quem é o presidente. Uma frase com impacto profundo entre a população do Nordeste e o eleitorado mais pobre de Lula país afora, aqueles que o têm como “um dos nossos”. Em 2002, o então candidato Ciro Gomes destruiu a campanha dele com duas frases bombásticas: 1) sem saber que estava sendo gravado em áudio e vídeo, ele apareceu no horário eleitoral do rádio e da TV chamando um eleitor de “burro”; 2) perguntado sobre o papel da mulher dele na campanha, a atriz Patrícia Pillar, Ciro deu uma resposta machista: "Minha companheira tem um dos papéis mais importantes, que é dormir comigo. Dormir comigo é um papel fundamental." A frase de Lula foi ressuscitada das profundezas políticas por Benta Maria dos Santos Costa, ex-babá, desempregada, vivendo de uma meia pensão e de R$ 50 do Bolsa Cidadão. Benta é a mãe do caseiro Francenildo Costa, o que viu o ministro Antonio Palocci (Fazenda) na casa da “república de Ribeirão Preto” e teve o sigilo bancário quebrado ilegalmente e exposto na revista Época desta semana. – Rui Nogueira

 

O tombo de Lula 2: o dia em que ele “esqueceu a origem”

9h13 - Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a mãe de Francenildo, Benta dos Santos Costa, espantou-se com o desprezo com que o filho foi tratado por Lula, na tentativa de desqualificá-lo. Segundo relato do repórter Expedito Filho, ela afirmou: “O Lula abre a boca na televisão e diz que ele é um simples caseiro. O que ele quer dizer com isso? Ele estava ofendendo o meu filho. Ele saiu de onde? Lula não nasceu em berço de ouro. Meu filho é um simples caseiro sim, mas criei ele sozinha para ser um homem honesto e falar toda a verdade. O que é que adianta ser filho de papai e mamãe e não falar a verdade?”. Na opinião dela, Lula “esqueceu a origem de operário”. Que ele faz um esforço danado para nunca se lembrar, lá isso é verdade, dona Benta! A verdade é que "o simples caseiro" pegou Palocci na mentira. E Lula deve se preparar para a notícia de que mais gente do governo frequentou a "república de Ribeirão Preto". - Rui Nogueira


 

 

 



Escrito por Cadu Lemos às 13h02
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Manifesto Corporativo na Voce SA

Bacana. Fomos citados e recomendados como um ponto de referência de blogs na revista Você SA. A responsabilidade aumenta...

A dúvida é: Dá para manter uma certa neutralidade (na vida ou no blog) ?

A resposta: Claro que não.

O lugar aqui é de questionamentos e polêmicas. Atitude.

Manifeste-se!



Escrito por Cadu Lemos às 19h59
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De volta!

Ok, depois de curtas e já saudosas férias, de volta ao batente. Parece que o ano vai começar (é o que dizem). Até o momento, em Pindorama, business as usual, ou seja, nada acontece até o carnaval. A conferir o que vai rolar num ano salpicado de feriados, copa do mundo e eleição.

Como prometido, continuo a postar o material "A Corporação Tribal" e ainda esta semana, um comentário sobre o que vi em Salvador no que diz respeito aos patrocínios de camarotes e trios elétricos adorados pelo nosso mundo corporativo (não limitado a celulares e cervejas). Até.

 



Escrito por Cadu Lemos às 13h11
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Check List 2006 parte 2

 “... isso é aprendizado. Você de repente entende alguma coisa que você sempre entendeu em sua vida, 
só que de uma maneira diferente." 
 
- Doris Lessing
 
 
O QUE FOI 2005 PARA VOCÊ 
 
Já que demos uma parada para pensar em como vai ser o ano que vem, porque não aproveitar este tempinho 
que você já se deu (eu diria até ser esta etapa a mais importante, pois prepara o terreno para o que vem depois) 
e pensar em como foi o seu 2005?
 
 
Olhando para o ano de 2005, qual o tema principal que você acha que ele representou em sua vida? 
(Uma outra forma de olhar para esta questão é: 
Se alguém fosse fazer um filme sobre a sua vida em 2005, qual seria o título deste filme?) 
Você já entendeu o processo...
 
 
>>> Quais foram as suas 3 principais conquistas pessoais neste ano de 2005? 
1. 
2. 
3. 
 >>> Quais foram as 3 lições principais aprendidas no ano de 2005?
1. 
2. 
3. 
 >>> Qual foi a qualidade pessoal principal que você mais desenvolveu durante 2005?
 Por exemplo: Paciência, assertividade, coragem, calma e tranqüilidade, integridade, humor, etc.). 

 



Escrito por Cadu Lemos às 23h36
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Check List 2006 parte 1

O QUE 2006 VAI SER PARA VOCÊ
 
Abaixo você vai encontrar algumas perguntas que costumo a fazer para os meus clientes (e para mim mesmo) a cada ano. 
Elas ajudam a clarificar como você quer aprender, crescer e ser bem sucedido durante os próximos doze meses. 
Dê permissão a você mesmo para ter um tempinho durante a próxima semana para refletir e registrar seus pensamentos.
Aqui vamos nós...
 
 
Olhando para o ano de 2006, qual o tema principal que você quer que ele represente para você? 
(Uma outra forma de olhar para esta questão é: 
Daqui a um ano, se alguém fosse fazer um filme sobre a sua vida em 2006, qual seria o título deste filme?) 
 
>>> Quais são os seus 3 principais objetivos pessoais para o ano de 2006? 
 
1. 
2. 
3. 
 
>>> Quais são os seus 3 principais objetivos profissionais para o ano de 2006?
1. 
2. 
3. 
 
>>> Qual seria a qualidade pessoal principal que você mais quer desenvolver durante 2006?
 (Por exemplo: Paciência, assertividade, coragem, calma e tranqüilidade, integridade, humor, etc.).

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Cadu Lemos às 23h35
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Back Again!

Pois é.

Depois de mergulhar (literalmente em alguns casos) nos eventos de fim e começo de ano (off site meetings, convenções, reuniões,

festas de fim de ano, get togethers, etc, etc, etc) e sair quase inteiro, voltamos à ativa no nosso espaço de reflexão

e debate sobre esse mundo corporativo (ou comédia como diz o Max Gehringer).

Aproveito para publicar hoje o material que tenho mandado há alguns anos para meus amigos mais próximos e pessoas que penso,

possam usar da melhor maneira um exercício de resgate de memória e projeção de futuro. Calma, nada místico nem esotérico.

É um verdadeiro checklist da sua vida. Experimente e sinta os efeitos.

Trata-se de um material que provoca memórias e desejos (ou seriam vontades?). Volto a este tópico específico amanhã ou depois...

"O que conta é o que você aprende depois que já sabe tudo."

John Wooden
 
 


Escrito por Cadu Lemos às 23h33
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Entrevista com Paulo Gaudêncio

Há anos, acompanho a carreira do psiquiatra Paulo Gaudêncio e suas experiências no mundo corporativo. Sou um admirador da tranquilidade, precisão e objetividade de sua análise do mundo das empresas contemporâneo.

O objetivo deste blog, como colocado desde sua criação, é abrir um espaço para reflexão das mazelas do mundo corporativo. Um mundo de menos emprego e mais trabalho. A entrevista abaixo, fala sobre isso.

 

 

Verdades e mentiras sobre qualidade de vida


Cerca de 70% dos brasileiros sofrem com os níveis elevados de stress, de acordo com a Isma-BR (International Stress Management Association). A grande maioria, pelas pressões do ambiente de trabalho. São pessoas que lutam contra a insegurança, sofrem com a ansiedade e vivem noites de insônia; isso sem falar das conseqüências físicas: pressão alta, excesso de peso, problemas gastrointestinais… Por sua vez, as empresas lançam programas na tentativa de amenizar o quadro, que, no final das contas, se reflete negativamente em seus índices de produtividade. Mas, afinal, o que é real e o que é ficção nos discursos sobre qualidade de vida nas organizações? As medidas propostas são efetivas e sinceras?

Para falar de Qualidade de vida: Verdades e mentiras, Paulo Gaudêncio, um dos grandes nomes da medicina psiquiátrica do país, estará ao lado do diretor da Alcoa América Latina, José Taragano, e do médico e presidente da CPH Health Solutions Ricardo De Marchi, no CONARH 2005 – 31º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. Confira uma parcela do que ele pretende falar no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP), onde o evento será realizado de 1º a 4 de agosto.

ABRH – Quais são as grandes contradições entre o discurso e a prática sobre a qualidade de vida nas empresas?

PAULO GAUDÊNCIO – O discurso é, em geral, o da valorização, mas a prática é a do desrespeito. Cada vez mais, temos menos pessoas trabalhando e quem trabalha, trabalha mais. A competição faz com que o enxugamento dos quadros seja parte do projeto de todas as empresas.

ABRH – A causa dessas contradições está nas pressões do mundo do trabalho ou é por que o discurso faz parte do marketing das empresas?

PG – Não tenho qualquer dúvida sobre isso. As pressões têm causado essas contradições. Se fosse somente marketing, atingiria apenas as camadas inferiores da instituição. A diretoria teria sua qualidade de vida conservada e os níveis abaixo a teriam comprometida. Não é o que acontece. Eu arrisco dizer que é o contrário: os diretores estão pagando o maior preço. Jamais vou esquecer de uma saída de fábrica que presenciei há alguns anos. Soou o primeiro apito e saiu o pessoal do operacional, o chamado “chão de fábrica”. Brincavam uns com os outros, chutavam latinha. O segundo apito liberou os executivos: cabisbaixos, ombros caídos, carregando a empresa para casa.

ABRH – As empresas têm uma visão distorcida de qualidade de vida para seus funcionários?

PG – Acho que sim. Na realidade, o stress patológico ocorre quando torna crônica uma dificuldade maior que a habilidade. Se isso ocorrer contingencialmente, não há problema. Por exemplo: eu sou promovido e fico durante um certo período com a minha dificuldade maior que a minha habilidade. Passo a ter o eustress, o stress normal, da reação de luta ou de fuga, mas a experiência e o treinamento me ajudarão a aumentar a habilidade. O fato é que não existe contingência que tenha anos de duração. Isso é cronificação.
ABRH – Os programas de qualidade de vida criados pelas e para as empresas têm efeito real sobre as pessoas ou é somente um efeito paliativo?

PG – As empresas têm tido uma atuação principalmente sintomática. A situação estressógena causa sintomas e as empresas focam o combate neles. As academias de ginástica, de tae kwon dô ou yoga são ótimos meios de se combater os sintomas de stress e não são condenáveis. A condenação se faz à sua exclusividade; é fundamental o ataque à etiologia. Se a dificuldade é maior que a habilidade, precisamos aumentar a habilidade com treinamento ou, então, diminuir a dificuldade.

ABRH – O ambiente corporativo tem causado depressão nas pessoas?

PG – Sim, acredito que sim. Mas preciso definir minha visão de depressão. Acho que depressão corresponde à implosão da agressividade. Lembrando algo que é atribuído ao doutor Adib Jatene: “O trabalho não mata, o que mata é a raiva”. A depressão é muito mais causada pelo estilo gerencial do que uma conseqüência do stress.

ABRH – Isso poderá ser revertido?

PG – Poderá. Mas isso só acontecerá quando as empresas finalmente comprovarem que o cuidado com o ser humano é verdadeiramente fator de produtividade. Quando, de verdade, perceberem que o respeito à qualidade de vida de seus colaboradores – da diretoria ao operacional – dá lucro. E isso deverá ser mais do que apenas uma crença. Somente quando se comprovar que, se com sete funcionários tenho uma despesa menor que com dez, por outro lado dez funcionários satisfeitos trarão uma produtividade bem maior que a de sete funcionários estressados. O quadro só será revertido quando se comprovar que essa produtividade é superior à economia feita com o enxugamento de quadros.

Fonte: Conarh




Escrito por Cadu Lemos às 16h05
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Para refletir no fim de semana

Acabo de receber, enviado pelo irmão de jornada Gabriel Martinez, um texto que quero dividir com vocês para que possamos refletir sobre este momento conturbado que o país passa.

Na minha atividade de consultor, voltado a trabalho em equipe, pessoas que tem objetivos comuns (ou acham, pensam, sentem que tem), convivem diáriamente, mais tempo do que com suas famílias e, portanto, precisam ou deveriam construir e consolidar um ambiente equilibrado.

O que vemos em muitos casos são ambientes pesados, carregados, onde paira de fato uma nuvem de dúvida, ansiedade, desconfiança, ciúme, inveja, entre outros sentimentos menos nobres.

O texto abaixo fala essencialmente de uma das maiores ferramentas que o homem possui (se tiver sorte de ter nascido com ela) ou pode desenvolver: A Paciência.

Boa leitura e bom fim de semana.

Paciência
Estamos vivendo um crescente paradoxo: a vida moderna, com seus meios de comunicação cada vez mais velozes, vem nos requisitando ter mais e mais paciência. Se pensamos estar ganhando tempo ao aplicar a tecnologia moderna ao nosso cotidiano, é melhor reconhecermos que desta forma temos perdido a habilidade de lidar com nosso tempo interno: estamos cada vez mais impacientes.

Queremos que nosso mundo interno, nossas emoções, sentimentos e percepções, fluam com a mesma velocidade máxima da internet... Como não toleramos esperar o tempo natural do amadurecimento de nossas emoções, sofremos a dor da impaciência: semelhante a uma queimadura interna, ardemos de ansiedade!

Intuitivamente, sabemos que algo não vai bem, mas como temos a urgência de nos livrarmos da pressa interna cada vez mais estimulada pela aceleração dos acontecimentos, não temos mais tempo para sentir, compreender e transformar nossas emoções.

Sofremos um grande paradoxo: cada vez que produzimos mais no mundo externo, criamos menos no mundo interno. Podemos estar ganhando mais tempo e espaço à nossa volta, mas temos de admitir que estamos perdendo a habilidade de lidar com nosso tempo e espaço internos.

Paradoxo é uma contradição, algo que ocorre ao contrário do esperado. Todos nós, com a inocente esperança de viver melhor, assumimos mais compromissos do que podemos e depois nos surpreendemos com problemas mais sérios e inesperados do que imaginávamos enfrentar. Quando as coisas não funcionam de acordo com as nossas expectativas, temos cada vez menos paciência, nos tornamos mais rígidos e cansados.

Por que continuamos nesta roda viva se já temos consciência de suas conseqüências? Acredito que parte de nossa confusão interna está no fato de que compreendemos erroneamente a virtude da paciência. Por ignorância, insistimos num esforço insensato. Por exemplo, quem já não confundiu a experiência de achar que estava tendo paciência quando na realidade estava engolindo sapos?

Enquanto confundirmos autocontrole com a capacidade de reprimir nossos sentimentos, no lugar de conhecê-los, estaremos correndo o risco de tolerar o que não é para ser tolerado! Em certas situações adversas, podemos pensar que estamos tendo paciência, quando, na verdade, estamos apenas nos sobrecarregando. Suportamos o sofrimento externo às custas de muito sofrimento interno.

Ser paciente não significa sobrecarregar-se de sofrimento interno, nem estar vulnerável ou ser permissivo com relação às condições externas. Ter paciência não é ser uma vítima passiva da desorganização alheia. Não é útil, por exemplo, ter paciência em uma situação em que se esteja sendo explorado.

Segundo a psicologia do budismo tibetano, ter paciência é a força interior de não se deixar levar pela negatividade. Ter paciência é escolher manter a clareza emocional quando o outro já a perdeu. Neste sentido, ter paciência é decidir manter sua mente limpa, livre da contaminação da raiva e do apego.

No entanto, não basta termos uma intenção clara quanto a nossas escolhas, é preciso desenvolver a força interior para sustentá-las. Neste sentido, não basta compreender racionalmente o que é ter paciência, é preciso cultivá-la interiormente. Temos de admitir que o tempo de que precisamos para amadurecer uma compreensão emocional é muito maior do que aquele de que necessitamos para sua compreensão racional.

Segundo o budismo tibetano, há três tipos de paciência:
1. Não se aborrecer com os prejuízos infligidos pelas outras pessoas, isto é, não nos abalarmos quando somos intencionalmente provocados e feridos.
2. Aceitar voluntariamente o sofrimento para si: se alguém demonstra ter raiva de você, você não deve responder com raiva; ou, se alguém o machuca ou insulta, você não deve revidar, mas sim compreender que a outra pessoa não teve controle sobre suas emoções.
3. Ser capaz de suportar os sofrimentos próprios do desenvolvimento espiritual.

Inicialmente, poderíamos avaliar estes tipos de paciência como um estado de covardia ou de submissão aparentemente masoquista. Se, ao não reagirmos diante de uma provocação, estivermos apenas tentando conter nossa raiva e não buscando transformá-la, acabaremos por implodir e nos tornaremos rancorosos. Enquanto o autocontrole excessivo nega nossas necessidades internas, o autocontrole saudável não reprime os sentimentos: lida diretamente com eles.

Lama Gangchen notou que para nós, ocidentais, a palavra paciência está contaminada por um sentimento de suportar uma dificuldade, ao invés de estar associada à intenção de nos libertarmos dela. Então, ele sugere que troquemos a palavra paciência por espaço. Na próxima vez que você pensar: ?Preciso de paciência com fulano?, diga para si mesmo: ?Preciso criar espaço entre mim e fulano?. Não se trata de se distanciar de alguém, como numa fuga, mas sim de recuperar sua autonomia emocional.

Autocontrole advém do autoconhecimento. Uma vez que soubermos reconhecer nossos limites, seremos capazes de não perder o controle simplesmente por respeitá-los. Saberemos o momento certo de parar quando não temermos mais nos sentir impotentes diante dos fatos, pois, ao reconhecer nossos limites, aprendemos que ?dar murro em ponta de faca? irá nos ferir ainda mais. Isto não quer dizer que iremos nos tornar covardes. Ao contrário, por meio da paciência, conseguimos desenvolver uma auto-imagem capaz de confiar na capacidade de seguir em frente de forma segura e contínua, sem precisar lutar contra o mundo. A possibilidade de cultivar a paciência advém da força de ir além da negatividade, ao invés de interagir com ela.

Para saber se estamos praticando verdadeiramente a paciência, podemos observar o quanto nossas palavras e comportamentos têm ferido os outros. Do mesmo modo, estaremos nos machucando menos se respeitarmos a necessidade natural de ter tempo e espaço para estar com nossas emoções, sejam elas positivas ou negativas.

(lamento não ter o nome do autor. O texto me veio por e-mail. Se você for o autor, por favor identifique-se e o crédito será imediatamente dado).



Escrito por Cadu Lemos às 23h45
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Auto Ajuda ou Alta Ansiedade - Parte 2

Inicia-se então uma espiral descendente de angústia e ansiedade.

 

Imagine que esta situação se repete indefinidamente em momentos distintos da vida do ser humano, além dos que menciono aqui: Obesidade, conflitos de relacionamento, sorte no amor, como ficar rico sem fazer força.

 

O que temos como inevitável conclusão (apontado principalmente pelas grandes tiragens e vendas destes livros) é que existem hoje algumas gerações(não é privilégio de poucos)  absolutamente ansiosas por resultados imediatos, de curto prazo e que funcionam como receitas ou mapas de entendimento fácil e aplicação rápida.

 

O que sobra então para o indivíduo e sua capacidade de realização?

Peter Drucker já disse que se um historiador do futuro olhasse para o final do século XX e todo os seus progressos, não diria que os grandes feitos foram a Internet ou o comércio eletrônico, mas sim a grande mudança na condição humana: A possibilidade de escolher.

 

Não me parece que sob este ângulo da auto-ajuda, estejamos realmente exercendo esta capacidade. O que vejo com cada vez mais frequência, principalmente no ambiente corporativo é a presença do elemento mais desestabilizador e nocivo que conheço: O medo.

Medo corporativo: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ou ainda: “Você não é pago para pensar e sim para trabalhar”.

 

Medo que causa nas pessoas o desejo inevitável de buscar nos textos fáceis as soluções de curto prazo e com isso, viver com ainda mais medo. Medo de não ser competitivo, de não ser vencedor, de não ter poder.

 

Então, a questão principal, passa a não ser mais o livro e sim o indivíduo e suas escolhas.

Estar feliz com o que se é e com o que se quer ser é que nos diferencia, além de um comportamento quase rebelde de não se emular idéias e atitudes que de forma insidiosa envolvem as pessoas, fazendo com que se acredite que aquele é o único jeito de fazer as coisas.

 

O livro é um bom ponto de partida. O que se faz a partir daí é que importa.

Se a ansiedade é maior do que a ajuda esqueça o livro e os resultados projetados por ele.

 

Escreva você mesmo a sua história.

 

 

 

 



Escrito por Cadu Lemos às 19h16
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Auto Ajuda ou Alta Ansiedade?

Cadu Lemos

Parte 1 

 

Me cansei de ver nas prateleiras livros pretensiosos, que ditam regras de como ser feliz, como vender de tudo, como alcançar a paz de espírito, como chegar ao nirvana e coisas afins.

 

Travestidos de textos de descoberta e auto ajuda (não consigo me esquecer da piada do cara que entrou na livraria e pediu ajuda para achar os livros daquela seção…), o que se vê são variações sobre temas similares, releituras de visões e experiências que vem sendo contadas há milênios desde os textos sagrados (estes sim, originais…).

 

A coisa segue em níveis cada vez mais profundos de pretensão. Veja alguns títulos:

 

  • CENSURADO…

 

 

Vamos refletir sobre um exemplo prático de temas que inundam as prateleiras das livrarias: Vendas e sucesso pessoal.

O primeiro efeito colateral que enxergo é uma quase que total obrigação (por parte de quem lê) de que os conselhos dos textos sejam seguidos à regra. Explico: Imagine um vendedor bem sucedido, mas como todo o ser humano, também sujeito aos seus tombos.

 

Quando lê um destes livros, geralmente distribuídos numa convenção de vendas onde a diretoria já mostrou os objetivos daquele trimestre, semestre ou mesmo ano e sinaliza quase que diretamente que o livro pode ser o verdadeiro manual, o incauto se vê numa situação complicada.

 

Todos os seus pares vão ler o livro. Os concorrentes também.

 

Nada contra até aí, leitura é sempre saudável.

 

O problema é que neste momento, imediatamente um botão interno é acionado e o sujeito se vê numa sinuca. Se não praticar o que está dito ali pode não conseguir ser bem sucedido. Nunca mais. Se praticar e não alcançar as promessas que estão no texto, vai se sentir eternamente diminuído em relação aos outros e a si mesmo.

 

Continua...

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Cadu Lemos às 19h15
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Auto Ajuda ou Alta Ansiedade?

Hoje li um texto no blog do bem do Marcos Souza Aranha que fala sobre os efeitos da "literatura" de auto ajuda nas pessoas.

Como o mundo corporativo é bombardeado diáriamente por títulos de livros, artigos, palestras, workshops e otras cositas màs nesta área, me senti na obrigação de publicar aqui no Manifesto, um artigo que escrevi ano passado sobre este assunto.

Boa leitura e MANIFESTE-SE!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Cadu Lemos às 19h06
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